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Niyama
Niyama é o segundo anga (parte) do Ashtanga Yoga. Uma das traduções possíveis para esta palavra é: preceitos éticos. Os preceitos éticos são dividos em cinco (shaucha, santôsha, tapas, swádhyáya e a íshwara pranidhána).
O Niyama era ensinado ao yogi que fosse aprovado pelo mestre na execução dos preceitos morais (Yama -primeiro anga). O período médio de aprendizagem deste anga era de dez anos. Durante os quais, sob a observação do mestre, o yogi aprimorava-se na execução. Nada mais era ensinado ao yogi enquanto não incorporasse à personalidade os preceitos éticos.
Tanto o Yama quanto o Niyama foram intensamente ensinados uma vez que eram partes integrantes dos seis pontos de vista que compõe o Budismo (Darshana). Assim sendo, ele foi ensinado a todo budista. O Budismo se difundiu pelo oriente. Por isso, não é loucura pensar que todo artista marcial teve contato direta ou indiretamente com o Yoga. Esta afirmação se torna obvia quando comparamos a difusão do 5'S, durante a década de 50, como padrão de qualidade da indústria japonesa.
A indústria japonesa foi desenvolvida, mesmo antes da II Guerra Mundial pela classe dos bushi (guerreiros japoneses). Principalmente na arte marcial, a aplicação das prescrições morais e prescrições éticas eram importantíssimas. Afinal, os praticantes de artes marciais detêem um poder muito grande, quando comparado a um não iniciado.
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